ICC – VERTEBRAL
INSTITUTO CASSEMIRO DA COLUNA VERTEBRAL

As patologias de coluna são definitivamente as principais doenças crônicas e atualmente acometem 80% da população mundial. Muitos fatores podem ser apontados para esse quadro e sem dúvidas o modelo de vida que adotamos, a atividade laboral, o estresse e principalmente o sedentarismo contribuem para esse quadro. A hérnia de disco é uma patologia complexa e seu surgimento acontece por múltiplos fatores. Suas reabilitações também dependem de diversas abordagens. Nesses 16 anos de prática nos tratamentos de patologias de coluna e hérnias de d isco percebemos que a atuação unilateral de fisioterapia convencional mostrou – se ineficaz e pacientes que receberam alta inevitavelmente voltavam com novos episódios de dores até a indicação cirúrgica.

Patologia: Diariamente, recebemos na clínica inúmeros pacientes diagnosticados com lombalgias, entretanto, a lombalgia nada mais é que um sintoma, como o próprio nome diz: lombo (lombar) algia (dor) e assim também acontece com a cervical e as cervicalgias. O grande diferencial da abordagem é saber de fato o que está causando a lombalgia, e assim indicar o melhor tratamento possível. Importante salientar que apenas de 1% a 5% das pessoas com dores em coluna apresentam a hérnia de disco formada, mas que para chegar a essa condição há um processo degenerativo disco vertebral em andamento e negligenciar toda essa evolução é um grande erro.Todos esses anos de experiência nos permitiu avaliar a importância da intervenção séria e definitiva mesmo se o paciente ainda não preencheu os requisitos da formação da hérnia, pois entendemos que a hérnia é fruto de um acontecimento evolutivo e estrutural que pode ser prevenido e evitado quando se age precocemente. Características na ressonância como a hipo hidratação, abaulamentos eprotusão de discos já recebem a atenção como se fosse uma hérnia formada.

LOMBAR

  • Diminuição da mobilidade
  • Dores ao levantar da cama
  • Dores irradiadas para membros inferiores
  • Diminuição da sensibilidade
  • Postura arqueada em casos de travamento agudo
  • Dor persistente e constante por muito tempo

CERVICAL

  • Torcicolos de repetição
  • Diminuição de força em membros superiores
  • Diminuição de força
  • Diminuição de movimentos de pescoço e cabeça
  • Desalinhamento postural
  • Dor persistente e constantes por muito tempo

Cirurgias

Como de fato as hérnias de disco formadas correspondem apenas 1% a 5% das patologias lombares, as cirurgias estão sendo indicadas como meio único para a solução destes casos. Obviamente, há casos que são indispensáveis. Um estudo observacional chamado de Spine Patient Outcomes Research Trial (SPORT) foi realizado na Faculdade de Medicina de Dartmouth, na cidade de Hanover, nos Estados Unidos analisou 13 clínicas em 11 Estados americanos, afim de verificar o que acontece com essa pequena parcela de sofredores de dores na coluna vertebral que tem, de fato, hérnia de disco, mas que não querem operar imediatamente e preferem optar por um tratamento de reestruturação da coluna vertebral que não seja invasivo.

Todos os 2.000 participantes desse estudo sofriam dores resultantes de hérnias de disco e dores ciáticas nas pernas e não de bico de papagaio. O grupo A, que não fizeram a cirurgia, receberam fisioterapia, aconselhamento e drogas antiinflamatórias. O grupo B optou pela cirurgia feita de maneira tradicional por um médico ortopedista. O estudo constatou que a cirurgia aparenta promover o alívio da dor em um prazo mais curto, porém, a maioria dos pacientes acaba se recuperando de qualquer maneira com o tempo.

Ao final, nem a espera nem a cirurgia saíram vencendo claramente. A conclusão foi que a maioria dos pacientes pode decidir com calma e segurança o que deveria fazer, baseando-se em suas preferências pessoais e seu nível de dor. Embora muitos pacientes não tivessem mantido o tratamento designado, a maioria se saiu bem em ambos os comportamentos.

Em muitos casos os pacientes submetidos à cirurgia relataram alívio imediato à dor. Ao mesmo tempo em que, após um período de três a seis meses, os pacientes dos dois grupos relataram melhoras significativas. Dois anos depois o estudo constatou que cerca de 70% dos pesquisados disseram ter sentido “uma melhora importante” de seus sintomas. Nenhum dos pacientes que esperou sofreu consequências sérias e teve resultados desastrosos. Muitos cirurgiões temiam que a espera pudesse acarretar danos importantes, mas o estudo comprovou que esses temores eram infundados. Houve um considerável número de mudanças de opção nos dois sentidos: pacientes que escolheram primeiramente pela cirurgia e decidiram esperar e vice-versa.

O mais importante é que esse estudo comprovou que não há urgência em operar a hérnia de disco lombar quando ela realmente existe. Em grande parte dos pacientes ela desaparece com tratamentos clínicos, e em muitos casos de cirurgia de hérnia a dor reincide.

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